Preparação para o Enem: [Parte 2] Qual o papel da escola?

Qualquer estudante pode ir bem no ENEM. Porém, aqueles que tem suporte da família e o apoio pedagógico adequado da escola têm mais chances de alcançarem boas notas. Com isso em mente, o segundo texto da nossa série sobre a preparação para a prova fala sobre o papel da escola.

Como garantir exercícios significativos, mantê-los motivados e aproximar os pais para uma atuação conjunta? Continue a leitura e descubra!

Saber motivar os alunos

Comumente, o vestibular é um momento de grande estresse para os jovens. Além da pressão familiar, em alguns casos eles mesmos se cobram muito e receber mais uma leva por parte da escola não é exatamente saudável. 

A linha entre motivar e pressionar é tênue e é preciso que professores e coordenadores saibam os momentos de cruzá-la ou não. Conhecer os estudantes, oferecer atividades que respeitem a individualidade com relação ao aprendizado e ter metas claras para o desenvolvimento dos estudos são estratégias que costumam funcionar. 

Fazer o acompanhamento pedagógico

Uma das principais diferenças entre o ENEM e os vestibulares tradicionais é que a prova aplicada pelo Ministério da Educação trabalha a interdisciplinaridade entre as matérias. Assim, é preciso que o planejamento pedagógico da instituição leve isso em consideração e ofereça atividades que estimulem essa prática.

Além disso, atualmente é possível contar com o auxílio de tecnologias que oferecem não só suporte ao ensino, como também indicadores de aprendizagem. Trabalhar com dados e compartilhar esses resultados com os alunos e familiares é importante para incentivá-los com relação à evolução dos estudos. 

Os simulados são uma boa forma de colocar tudo isso em prática. Afinal, o aluno precisa treinar não só as habilidades técnicas exigidas pela prova, como também as condições de estresse que ela pode vir a trazer. 

Aproximar os pais e responsáveis

Como falamos, mostrar os resultados aos pais é de fundamental importância para a criação e o desenvolvimento de uma relação de confiança entre a instituição educacional e os familiares. Incentivá-los a acompanhar os estudos dos filhos também é interessante. Afinal, quanto maior o apoio oferecido ao jovem, melhores as suas chances de sucesso. 

A escola pode propor ações e atividades que incentivem a participação efetiva dos responsáveis e os traga para dentro da instituição. Na prática, isso significa estar sempre de portas abertas e disposto ao diálogo. Reuniões são momentos importantes, mas outras categorias de eventos — como festas, feiras e premiações — são formas mais interativas e interessantes para estreitar esse vínculo. 

Sem dúvidas, o papel da escola e da família são diferentes na preparação para o ENEM. Porém, ele precisa ser entendido como complementar. Afinal, o aluno não deve estar preparado apenas no que diz respeito ao conteúdo da prova, uma vez que a carga emocional é elevada nesse momento tão decisivo. 

Gostou do segundo texto da nossa série sobre como se preparar para o ENEM? Então compartilhe-o em suas redes sociais para que mais alunos, familiares e educadores possam ter acesso a estas dicas!

Compartilhar
0

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.